SISTEMA NERVOSO AUTONOMO, PARASSIMPATICO E SIMPATICO !!!
SISTEMA NERVOSO AUTONOMO
Sistema nervoso autônomo
(também chamado sistema neurovegetativo ou sistema nervoso visceral)
é a parte do sistema nervoso
que está relacionada ao controle da vida vegetativa, ou seja, controla
funções como a respiração,
circulação
do sangue, controle de temperatura
e digestão.
No entanto, ele não se restringe a isso. É
também o principal responsável pelo controle automático do corpo frente às
modificações do ambiente.
Por exemplo, quando o indivíduo entra em uma sala com um ar-condicionado que
lhe dá frio, o sistema nervoso autônomo começa a agir, tentando impedir uma
queda de temperatura
corporal. Dessa maneira, seus pelos se arrepiam (devido a contração
do músculo pilo-eretor) e ele
começa a tremer para gerar calor. Ao mesmo tempo ocorre vasoconstrição nas extremidades
para impedir a dissipação do calor para o meio. Essas medidas, aliadas à
sensação desagradável de frio, foram as principais responsáveis pela
sobrevivência de espécies
em condições que deveriam impedir o funcionamento de um organismo. Dessa maneira,
pode-se perceber que o organismo possui um mecanismo que permite ajustes
corporais, mantendo assim o equilíbrio do corpo: a homeostasia.
SISTEMA NERVOSO PARASSIMPATICO
Chama-se sistema nervoso parassimpático
a parte do sistema nervoso
autônomo cujos neurônios
se localizam no tronco cerebral
ou na medula sacral,
segmentos S2, S3 e S4. É o responsável por estimular ações que permitem ao
organismo responder a situações de calma. Essas ações são: a desaceleração dos
batimentos cardíacos, diminuição da pressão arterial, a diminuição da
adrenalina e a diminuição do açúcar no sangue.
SISTEMA NERVOSO SIMPATICO
O sistema nervoso simpático (SNS) faz
parte do sistema nervoso
autônomo (SNA), que também inclui o sistema nervoso
parassimpático (SNP).
As mensagens viajam através do SNS em um fluxo
bidirecional. As mensagens eferentes (que saem do sistema) podem desencadear
mudanças em diferentes partes do corpo simultaneamente. Por exemplo, o sistema
nervoso simpático pode acelerar os batimentos cardíacos; dilatar as passagens
dos brônquios; diminuir a motilidade
do intestino grosso;
constringir vasos sanguíneos;
aumentar o peristaltismo
do esôfago; causar a dilatação da pupila, piloereção e
transpiração; além de aumentar a pressão sanguínea.
As mensagens aferentes (que chegam ao sistema) podem transmitir sensações como
calor, frio ou dor.
O sistema nervoso simpático estimula ações que
permitem ao organismo responder a situações de estresse, como a reação de lutar,
fugir ou uma discussão. Essas ações são: a aceleração dos batimentos
cardíacos, aumento da pressão arterial, o aumento da adrenalina, a concentração
de açúcar no sangue
e pela ativação do metabolismo
geral do corpo e processam-se de forma automática, independentemente da nossa
vontade.
EXEMPLO:
Se um indivíduo vê um carro vindo em sua
direção, ele fica nervoso (pronto para agir) devido à ação do sistema nervoso
simpático. Após o indivíduo ter conseguido escapar ileso ao acidente, por via
da noradrenalina
dar-se-á inicio ao processo de regressão ao estado inicial de todas as
alterações desencadeadas pelo sistema nervoso simpático: as descargas
eletroquímicas de noradrenalina farão com que os sistemas voltem a um estado de
equilíbrio no seu funcionamento habitual (homeostático), fazendo por exemplo
com que a frequência cardíaca, a circulação sanguínea e a expressão facial
voltem ao normal
Muitos cientistas e doutores têm estado particularmente
intrigados com as afirmações dos cientistas metafísicos de que a informação
energética da Aura pode ser usada exatamente para analisarem-se os estados
psicológicos e emocionais de um paciente. Essa afirmação é melhor compreendida
e sustentada abordando-se mais profundamente as causas conhecidas mensuráveis
cientificamente. Os investigadores e cientistas de ITEM – Inovações
Tecnológicas e Medicina Energética, vêm há mais de dez anos processando investigações
com base na Engenharia Elétrica, chegaram a conclusão de que inclusive a emoção
é uma reação energética a uma percepção. Em primeiro lugar, uma percepção
psicológica de si mesmo e, após, de seu entorno. Essa percepção, sendo um
processo mental, induz impulsos elétricos específicos no cérebro, os quais são
transmitidos aos nervos parassimpáticos relacionados às glândulas endócrinas.
Por exemplo, uma percepção de medo cria impulsos elétricos específicos no
cérebro que transmitem impulsos neuroniais para estimular as glândulas
supra-renais. Já que o cérebro está neurologicamente conectado a todas as
partes do corpo humano, esses impulsos elétricos podem ser conduzidos a todo o
sistema nervoso central, simpático e parassimpático, criando campos elétricos
característicos.
NAMASTE

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