terça-feira, 17 de setembro de 2013

SISTEMA NERVOSO AUTONOMO, PARASSIMPATICO E SIMPATICO !!!





SISTEMA NERVOSO AUTONOMO, PARASSIMPATICO E SIMPATICO !!!

SISTEMA NERVOSO AUTONOMO
Sistema nervoso autônomo (também chamado sistema neurovegetativo ou sistema nervoso visceral) é a parte do sistema nervoso que está relacionada ao controle da vida vegetativa, ou seja, controla funções como a respiração, circulação do sangue, controle de temperatura e digestão.
No entanto, ele não se restringe a isso. É também o principal responsável pelo controle automático do corpo frente às modificações do ambiente. Por exemplo, quando o indivíduo entra em uma sala com um ar-condicionado que lhe dá frio, o sistema nervoso autônomo começa a agir, tentando impedir uma queda de temperatura corporal. Dessa maneira, seus pelos se arrepiam (devido a contração do músculo pilo-eretor) e ele começa a tremer para gerar calor. Ao mesmo tempo ocorre vasoconstrição nas extremidades para impedir a dissipação do calor para o meio. Essas medidas, aliadas à sensação desagradável de frio, foram as principais responsáveis pela sobrevivência de espécies em condições que deveriam impedir o funcionamento de um organismo. Dessa maneira, pode-se perceber que o organismo possui um mecanismo que permite ajustes corporais, mantendo assim o equilíbrio do corpo: a homeostasia.

SISTEMA NERVOSO PARASSIMPATICO
Chama-se sistema nervoso parassimpático a parte do sistema nervoso autônomo cujos neurônios se localizam no tronco cerebral ou na medula sacral, segmentos S2, S3 e S4. É o responsável por estimular ações que permitem ao organismo responder a situações de calma. Essas ações são: a desaceleração dos batimentos cardíacos, diminuição da pressão arterial, a diminuição da adrenalina e a diminuição do açúcar no sangue.

SISTEMA NERVOSO SIMPATICO
O sistema nervoso simpático (SNS) faz parte do sistema nervoso autônomo (SNA), que também inclui o sistema nervoso parassimpático (SNP).
As mensagens viajam através do SNS em um fluxo bidirecional. As mensagens eferentes (que saem do sistema) podem desencadear mudanças em diferentes partes do corpo simultaneamente. Por exemplo, o sistema nervoso simpático pode acelerar os batimentos cardíacos; dilatar as passagens dos brônquios; diminuir a motilidade do intestino grosso; constringir vasos sanguíneos; aumentar o peristaltismo do esôfago; causar a dilatação da pupila, piloereção e transpiração; além de aumentar a pressão sanguínea. As mensagens aferentes (que chegam ao sistema) podem transmitir sensações como calor, frio ou dor.
O sistema nervoso simpático estimula ações que permitem ao organismo responder a situações de estresse, como a reação de lutar, fugir ou uma discussão. Essas ações são: a aceleração dos batimentos cardíacos, aumento da pressão arterial, o aumento da adrenalina, a concentração de açúcar no sangue e pela ativação do metabolismo geral do corpo e processam-se de forma automática, independentemente da nossa vontade.
EXEMPLO:
Se um indivíduo vê um carro vindo em sua direção, ele fica nervoso (pronto para agir) devido à ação do sistema nervoso simpático. Após o indivíduo ter conseguido escapar ileso ao acidente, por via da noradrenalina dar-se-á inicio ao processo de regressão ao estado inicial de todas as alterações desencadeadas pelo sistema nervoso simpático: as descargas eletroquímicas de noradrenalina farão com que os sistemas voltem a um estado de equilíbrio no seu funcionamento habitual (homeostático), fazendo por exemplo com que a frequência cardíaca, a circulação sanguínea e a expressão facial voltem ao normal
Muitos cientistas e doutores têm estado particularmente intrigados com as afirmações dos cientistas metafísicos de que a informação energética da Aura pode ser usada exatamente para analisarem-se os estados psicológicos e emocionais de um paciente. Essa afirmação é melhor compreendida e sustentada abordando-se mais profundamente as causas conhecidas mensuráveis cientificamente. Os investigadores e cientistas de ITEM – Inovações Tecnológicas e Medicina Energética, vêm há mais de dez anos processando investigações com base na Engenharia Elétrica, chegaram a conclusão de que inclusive a emoção é uma reação energética a uma percepção. Em primeiro lugar, uma percepção psicológica de si mesmo e, após, de seu entorno. Essa percepção, sendo um processo mental, induz impulsos elétricos específicos no cérebro, os quais são transmitidos aos nervos parassimpáticos relacionados às glândulas endócrinas. Por exemplo, uma percepção de medo cria impulsos elétricos específicos no cérebro que transmitem impulsos neuroniais para estimular as glândulas supra-renais. Já que o cérebro está neurologicamente conectado a todas as partes do corpo humano, esses impulsos elétricos podem ser conduzidos a todo o sistema nervoso central, simpático e parassimpático, criando campos elétricos característicos.


NAMASTE


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